A velhinha Sede resistiu à nova! E para quando a outra?

Em 2 de Abril de 1944 o Jornal de Sintra, publicou o seguinte sobre a criação da nova Sede:
"Paralelamente creou-se e fundou-se a nova sede da Banda de Colares; junto ao rio, na Várzea, edificou-se um monumental edifício com salões para conferências, exposições, palestras, concêrtos e tudo o mais que se torne necessário ao civismo do burgo. Obra de fôlego, do mestre Júlio da Fonseca, tem um amplo teatro com plateia e galerias para cêrca de quinhentos espectadores; cabine de cinema e máquina sonora, bar rink de patinagem, amplo parque de arvoredo frondoso com um pomar característico e regional.Está nos acabamentos de pintura e decoração e preste a inaugurar-se.Estes adornos serão completados com dois retratos a óleo de Alfredo Keil e de João Arroio, os dois musicógrafos portugueses que se inspiraram no bucolismo edénico de Colares. Um panneaux, no tôpo da galeria, mostrará aos Colarejos a carta foral de D. Manuel I. Os azulejos do frontal e estas reconstituições são tudo obra de Mestre Mário Reis; os gêssos e as modelações de Mestre Meireles.Chegamos ao fim dêste doce calvário e, para melhor cúpula do edifício, encarregou-se o escultor, Mestre José da Fonseca, de trabalhar em pedra cinzenta da Várzea, o orgulhoso escudo de Colares, que encima todo o vastíssimo edifício, advertindo os seus naturais de que está ali a verdadeira Casa do Povo de Colares".

O Orgulhoso Escudo de Colares de Mestre José da Fonseca
Foi realmente uma pena ter-se perdido algo de tão majestoso e belo, pelo que sempre ouvi dizer, ela estaria demasiado avançada para o seu tempo.
Cara D'Anjo








No jantar de confraternização estiveram presentes várias individualidades ligadas ao Sporting e ao poder local.
Joaquim Carvalho
Manuel Estevão Ferrão

























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