2006/07/12

Desisto… os “Porcos” venceram

Ao longo da minha vida tenho entrado em várias “guerras”, sem nunca perder. A guerra que iniciei há pouco tempo contra os “Porcos” desta linda Freguesia tem sido muito difícil, chegou o momento de dizer: Desisto… perdi, os “Porcos” venceram. Este inimigo, os “Porcos”, é difícil de combater pois ele ataca cobardemente pela calada da noite. O sonho de ver a minha Freguesia florida e limpa, não passou de isso mesmo, um sonho. No meio disto tudo o que me entristece é que a maioria dos “Porcos” não são “Porcos” naturais desta terra, mas sim “Porcos” importados.
Cara D'Anjo

2006/07/11

Ermida da Peninha

Peninha e ruínas da Capela de S. Saturnino
Na Serra de Sintra, no cume da alta elevação sobranceira ao
mar e que descai sobre ele, ergue-se a Ermida de Nossa Senhora da Peninha, (Freguesia de Colares), cuja origem remontará ao século XVI. Este templo de linhas puras e simples foi edificado no topo de um enorme penhasco granítico de difícil acesso, estando pois em perfeito isolamento num lugar onde se desfruta de um dilatado panorama que domina para sul, e na totalidade, a barra do Tejo, estendendo-se o seu horizonte até aos suaves contornos da Arrábida e do Cabo Espichel; para nascente, evidenciando-se os recortes abruptos da própria Serra de Sintra com as suas escarpas penedias e exuberante vegetação; enquanto para norte, a paisagem engloba vasta extensão de terra e mar até ao pronunciado istmo de Peniche; e, por fim, para poente, alcança-se em primeiro lugar o Promontório da Roca e, depois dele, apenas o imenso Oceano.
O interior da Ermida apresenta a capela-mor e o púlpito revestidos com elegantes mosaicos florentinos; encontrando-se o belíssimo retábulo de colunas torsas, atribuído ao arquitecto João Antunes, ornamentado com coloridos embutidos marmóreos… Permanecendo a nave desta pequena capela completamente forrada com magníficos azulejos, a azul e branco, que contam alguns passos da Virgem, enquanto que os painéis datados de 1711, que cobrem o corpo da nave são da autoria do pintor Manuel dos Santos.
A importância religiosa do Santuário de Nossa Senhora da Peninha – explicitada já, ao que parece, através de sucessivas campanhas de total remodelação e ampliação de que foi alvo nos séculos XVII e XVIII – reside no facto de ter actuado como um significativo centro de romagem, porquanto a esse lugar afluíam inúmeros “círios” e romarias, os quais, e extravasando o âmbito meramente local, adquiriram um evidente carácter regional, isto se atendermos sobretudo à vasta área geográfica envolvidas; Alongando-se o seu limite máximo até Lisboa, como atesta a inscrição patente na fonte da Peninha e que refere a uma romaria vinda de Lisboa, no ano de 1739 e mais a norte, ao Milharado, no concelho de Mafra.
Este fenómeno encontra-se plenamente justificado se considerarmos o cariz místico que envolve a fundação da Ermida da Peninha, explicada, segundo a lenda datável do século XVI, da aparição de Nossa Senhora a uma pobre pastorinha.

Lenda da Peninha
Vivia um casal muito pobre, que se governava com o amanho de uns “bocados “, como se dizia antigamente.
Esse casal tinha uma filha que era muda e aplicava o seu tempo a apascentar algumas ovelhas.
Em certo dia, uma das suas ovelhinhas, que era toda branca, afastou-se do rebanho e fugiu-lhe serra acima em grande correria. A pobre pegureira, temendo perder o lindo animal, correu atrás dele e só o consegui encontrar no alto do monte onde hoje se encontra a capela. Junto da ovelhinha, afagando-a estava uma menina muito bonita, o que deve ter causado grande admiração à pobre pastorinha.
Disse-lhe a menina que levasse o animalzinho para casa e lhe desse pão, que era coisa que a pobre muda sabia que não existir em casa. Foi isso que a pequena zagala, que nunca tinha falado, disse à jovem, que continuava a afagar a ovelha.
Então a linda menina retorqui-lhe: - vai, vai para casa e diz à tua mãe que na arca estão alguns pães.
Acedeu a pastorinha à recomendação e lá foi a caminho de casa com a sua ovelhinha branca. Chegada que foi ao modesto casebre em que vivia, começou a chamar a mãe, que não escondeu o seu espanto e alegria ao ouvir a filha falar. Repetindo à mãe o que lhe tinha dito a menina bonita, foram à arca e uma vez levantada a tampa, verificaram que dentro dela estavam alguns pães.
Divulgando o caso, os pais da pequena pastora, acompanhados por muitos campónios das redondezas, galgaram ao alto do cerro e não encontraram ninguém. Ao cabo de muitas buscas viram que, num buraco de uma pedra, estava uma imagem tosca de Nossa Senhora.
Profundamente crentes e convencidos de que a Virgem tinha santificado o lugar, levaram-na para a Capela de S. Saturnino, que se situa, já abandonada pelo culto, no sopé do morro da peninha.
No dia seguinte voltaram à pequena capela e ficaram admirados com o facto de a imagem já não estar no sítio onde a tinham deixado. Fizeram pesquisas e lá a foram encontrar no alto da penha; pegando-lhe, voltaram com ela para a capela de S. Saturnino. Estas andanças da imagem repetiram-se por três vezes.
Os aldeões, percebendo o desejo da Senhora, ergueram-lhe no alto do morro uma pequena ermida de pedra solta, de harmonia com as suas fracas possibilidades. Na parede do fundo meteram uma laje, sacada para fora, que passou a servir de trono e altar e ali colocaram a imagem da que passou a ser a Senhora da Penha ou Senhora da Peninha.
Cara D'Anjo

Peninha

Interior da Peninha

O que resta da Capela de S. Saturnino

Paineis de azulejos - Interior da Capela da Peninha

2006/07/10

Houve Festa no Banzão

Mais uma vez o Infantário Dra.Maria da Luz Sobral, no Banzão, comemorou em grande estilo o encerramento do seu ano lectivo.
Na passada 6ª.feira a escola enfeitou-se, os meninos aperaltaram-se e, com um enorme esforço e boa vontade de toda a equipa, a festa correu às mil maravilhas.
De entre as marchas populares, o hip-hop e uma pequena homenagem à nossa selecção, há que salientar o brilho nos olhos dos nossos meninos ao encherem de orgulho os pais e familiares.
A toda a equipa desta escola o nosso muito obrigado por todo o empenho e dedicação!
Uma mãe babada

Susana

2006/07/09

Grupo os Sortes de 69

Ontem sábado, os Jovens da Freguesia que em 1969 foram à inspecção Militar como é habitual, reuniram-se no Restaurante Adega das Azenhas para mais uma comemoração.
Como demostra a foto, tudo correu bem (a jantarada estava estar o máximo) e a satisfação era visível nos rostos destes Jovens.
Para Eles os meus parabéns e até para o ano.
V.Cara D’Anjo

2006/07/07

Viagens ao Passado

Colares Moscatel
Nos anos 20, 30, 40 e até mesmo nos anos 50, muita gente se valeu do bom nome do vinho de Colares para vender. O Vinho Moscatel de Colares é exemplo disso. Segundo apurei junto das pessoas mais idosas e entendidas da Freguesia, nunca nesta terra de bom vinho, houve cepas de Moscatel suficientes para produzir vinho para comercializar (o que quer dizer que não se produzisse com outras castas). Haveria uma ou outra cepa dispersas pela Freguesia mas sem expressão. Portanto, Vinho Moscatel de Colares não será propriamente correcto.
Cara D'Anjo

2006/07/06

Assim Está Melhor

A higiene dos WC das praias da nossa Freguesia tem sido sempre um grande problema. Talvez a política que se seguia não fosse a mais adequada, a entidade responsável e a empresa que procedia à higiene e manutenção das mesmas poderiam ter feito um pouco mais, assim como o comportamento de alguns utentes que tinham acções menos dignas. Este fim de semana por casualidade estive na Praia da Adraga e na Praia das Maçãs, utilizei ambas as casas de banho e fiquei surpreso com a forma limpa e cheirosa em que se apresentavam.
Assim está bem, vamos honrar o bom nome da Freguesia e dignificar a Bandeira Azul.
Cara D'Anjo

2006/07/05

Desta Foi de Vez

Foi com algum aparato policial que as entidades competentes procederam à demolição e retirada das “Barracas” que restavam na Praia Grande, Pão com Chouriço e Hamburgueres.
Para quem supervisiona estas coisas, aqui vai um recadinho: Não era preciso tanta polícia, porque caso não saibam, o “Povo de Colares é Bom, Ordeiro e Cumpridor das Leis”.
Cara D’Anjo

2006/07/03

Drama na Praia das Maçãs

Hoje na Praia das Maçãs ao meio da tarde, viveram-se momentos dramáticos. O mar fez a sua primeira vítima da época.
Segundo comentários de testemunhas, um banhista entrou no mar sem respeitar a sinalização de perigo, vindo a ficar em grandes dificuldades. Apesar da pronta intervenção do nadador salvador e depois do B.V.Colares o banhista acabou por sucumbir. O Mar apresentava uma falsa acalmia com uma forte corrente para norte, o que dificultou o salvamento
.
Segundo se consta a vítima não era cidadão Português
Cara D’Anjo

Aspectos da tentativa de salvamento

Círio em Honra de S. Lourenço

Nunca que se conste, o Povo da Freguesia de Colares assistiu a tanta fé e devoção em torno de um Círio, como o que se realizou ontem Domingo dia 02-07-06 em honra de São Lourenço.
Foi lindo, lindo de se ver, todo o empenho das pessoas que participaram.
Nada faltou para que o Círio do Litoral Colarense em honra de S. Lourenço “ de Colares às Azenhas do mar, ficasse na memória de todos aqueles que assistiram como uma das maiores festas de sempre.
Cara D'Anjo

















2006/07/01

I Torneio de Andebol de Almoçagene

Este torneio representou a consagração do esforço de muitas pessoas ao longo de todos estes anos, para proporcionar aos jovens um salutar meio de desenvolvimento pessoal, físico e social, através da prática do Andebol.
A escola de Andebol dos B.V.A. é actualmente única no concelho de Sintra.O Projecto envolve a participação de jovens, dos 6 aos 18 anos, nos escalões infantis e juvenis masculinos e a recém formada equipa de iniciados femininos.

Classificação
Infantis Masculinos
1º. Almada
2º. B.V.A "A"
3º. B.V.A "B"
Iniciados Femininos
1º. B.V.A.
2º. Passos Manuel
Juvenis Masculinos
1º. Loures
2º. B.V.A.
Cara D'Anjo
Infantis de Almada

Infantis dos B.V.A.

Infantis B dos B.V.A.

Iniciados Femininos dos B.V.A.

Iniciados Femininos de Passos Manuel

Juvenis Masculinos de Loures

Juvenis Masculinos dos B.V.A.