2007/04/14

Inauguração do museu da vinha e do vinho

Foi assim, durante os dois dias da inauguração do Museu da Vinha e do Vinho.
Uma exposição simples, mas que demostra um pouco como se plantava a vinha e se fazia o vinho na nossa terra. O CEDCRAM, foi pequeno para tanta gente que queria provar o delicioso vinho de Colares.
Cara D'Anjo e Susana

Na sexta-feira actuaram o Coro Sininhos do Morelinho e o Coro da A.I.P.R.do Mucifal

Algumas Peças da Exposição

Mais peças da exposição

Aspecto geral
O Sr. António Bernardino usando da palavra

A prova de Vinhos

23 comentários:

Anónimo disse...

Senhor Caradanjo e Susana, peço muitas desculpas, mas os senhores estão a ser um pouco benévolos com “Aquilo”. O que lá estava não dignifica o vinho de Colares, nem Colares como vila, muito menos as Azenhas do mar. Tudo não passa de um amontoado de coisas, mal pensadas, mal estruturadas e mal organizadas. Como
Colarense que sou, fiquei completamente desiludido com o que vi. Com tanta documentação que existe, nada lá constava, a própria estrutura da exposição é de uma pobreza paupérrima. Inclusivamente a um canto do palco, bem escondido no chão encostado a uma parede que nem chegou a ser colocado, estava o famoso quadro que o senhor tem no inicio da notícia, onde diz: “Um Brinde com Colares é elegante como o brinde de um Colar”. Valeu sim o esforço simpático dos Senhores. António Bernardino Paulo da Silva e Eduardo Sequeira da Silva, que possivelmente vendo aquela miséria vieram em socorro da sua amada terra.
A sensação que fica é que alguém à pressa (á boa maneira portuguesa) quis cumprir algum prazo ou tapar os olhos a alguém, sabe-se lá com que intenção.
Coisas assim como estas tão más, muito obrigado mas não precisamos, podem as levar para as vossas terras...
Nota final:
O espectáculo em si, estava maravilhoso, desde os coros até ao concerto da Companhia Al’gazarra, só a exposição estava a quilómetros de distância de tudo.
Mais uma vez desculpem a franqueza, mas Colares e o Vinho mão mereciam tal afronta.
Carlos Mendes

gidros disse...

Parabéns pela iniciativa de documentar a história seja ela qual for. É conhecendo o passado que poderemos compreender o presente e fazer o futuro melhor. ...aaaah!!! Quero provar desse vinho amigo Vitalino. rsrsrs Abraços deste lado do Atlântico.

Anónimo disse...

Estou completamente de acordo com o que diz o senhor Carlos Mendes, e nem peço desculpas, aquilo foi realmente uma pobreza e desordem total.
Foi inacreditável darem um concerto de música para gente nova, na mesma sala da exposição com todas as peças amontoadas pelos cantos sem protecção nem vigilância alguma, mesmo ali à mão de qualquer um se servir.
Já agora alguém me diga se viram por lá aquela senhora que assina o folheto desdobrável, ela diz no folheto que “Colares é uma região claramente rural, em crise, marcada pelo envelhecimento da população de origem, com a presença de uma população socialmente desvalorizada, sem projectos de futuro, a presença de uma população sem raízes”, mas isso minha Senhora não é motivo para levarmos com aquele projecto mal enjorcado de exposição sobre a vinha e o vinho em cima. Se por lá apareceu eu não a vi, ou talvez tivesse vergonha de ver aquela coisa, se não teve deveria ter. E foi uma pena, porque se perdeu uma oportunidade de se fazer algo de grande sobre o nosso vinho.
Que isto sirva de lição para o futuro, quando pensarem fazer algo deste género, façam-no com pés e cabeça e pessoas à frente com competência.
J.S.Gomes

Anónimo disse...

Caro J.S.Gomes, eu não fui à exposição mas conheço alguns dos organizadores e, sinceramente, já estava à espera de uma coisa feita às 3 pancadas. Quanto à dita sra.que terá escrito o texto do folheto, o sr. não a viu lá porque ela já morreu à alguns anos, por isso além de falta de organização houve também incompetência na elaboração do referido folheto.

Anónimo disse...

Companhia Al’gazarra o melhor de tudo........

Anónimo disse...

O Museu da Vinha e do Vinho da Região Demarcada de Colares não e´um projecto acabado, é um projecto para ir sendo construído com todos e para todos. Obrigada pelas Vossas opiniões, serão sempre motivadoras para se fazer cada vez melhor. Haveria muito mais material para expor mas como podem calcular houve necessidade de o seleccionar tendo em conta a dimensão e a segurança do espaço disponível. Posso ainda referir que apesar de ser necessário um espaço permanente de maiores dimensões estamos muito agradecidos pela disponiblidade do CEDCRAM em nos ter cedido este espaço para iniciarmos o Museu. Foi feito o que foi possível fazer, quando as entidades responsáveis pela Cultura e Educação se empenharem devidamente o Museu será concerteza o que TODOS queremos que seja.Obrigada a todos pela Vossa participação e interesse. ESTÁ AQUI A OPORTUNIDADE DE SE FAZER ALGO DE GRANDE SOBRE O VOSSO VINHO ! Deixo aqui expressa uma primeira opinião critica ao nosso trabalho no que diz respeito ao local onde foi realizada a prova de vinhos, que estava prevista inicialmente realizar-se no espaço exterior junto da Feira de Artesanato e de Gastronomia e que por circunstâncias de momento acabou por ser realizada dentro do Museu, o que dignificou o acontecimento, mas que efectivamente prejudicou os Feirantes e Artesãos uma vez que os visitantes se concentraram no espaço da exposição não havendo a dinâmica esperada no espaço da feira relativamente aos produtos expostos para venda. Relativamente à realização dos concertos na sala de exposição do Museu, também não estava previsto que assim fosse, por isso mesmo se montou o palco no espaço exterior, contudo devido a uma dificuldade de resolução no sistema de som vimo-nos obrigados a instalar os concertos no palco da sala de exposição. Obrigada pela Vossa seriedade e honestidade que demostraram bem os valores que caracterizam a população da Região de Sintra Litoral. Agradecemos aos jovens do Grupo de Teatro da EB 2,3 da Sarrazola, que fora do horário escolar, na 6ª e no Sábado, estiveram presentes para representarem os saloios no espaço do Museu, enriquecendo desta forma a exposição. Acredito nestes jovens que se empenham não esperando nada em troca, acredito que serão pessoas assim, tal e qual como TODOS os que se envolveram e se empenharam na preparação da Inauguração do Museu da Vinha e do Vinho da Região Demarcada de Colares que farão a diferença e permitirão agarrar esta oportunidade de se fazer algo de grande sobre o Vosso Vinho. Obrigada aos Jardins de Infância das Azenhas do Mar, do Mucifal, de Galamares, de Almoçageme, de Morelinho e do Centro Paroquial de Colares, às EB 1 das Azenhas do Mar, do Mucifal, de Almoçageme, Galamares, Azoía, Colares, Janas, Morelinho e do Centro Paroquial de Colares, bem como ao ATL do Mucifal- Naucatrineta e à EB2,3 da Sarrazola pelo envolvimento no projecto, pelos trabalhos realizados no âmbito do Projecto do Meseu da Vinha e do Vinho da Região Demarcada de Colares e a todos os pais e familiares que colaboraram na recolha de material para o Museu e na realização de trabalhos com as crianças para o Museu. O nosso muito OBRIGADO ! O nosso muito obrigado a todos os que estão empenhados em realizar esta obra!
Uma das responsáveis pela organização do Museu da Vinha e do Vinho da Região Demarcada de Colares,
Ana Cristina de Oliveira

Anónimo disse...

Já agora se não é querter saber muito, onde é que pára a Adega Regional de Colares!? Ela não teria a obrigação de dar mais apoio? não é ele que representa o vinho de Colares? e os vinicultores? ou não haverá por aí gato escondido com rabo de fora?.
Segundo rumores que por cá circulam, a Adega Regional teria sido contactada, mas exigiu uma verba incomportável. Se assim é está muito mal.
Então a Adega Regional serve para defender o vinho e a vinha de Colares ou para ajudar a denegrir a sua imagem. À que refletir um pouco sobre tudo isto

isabel roma disse...

A D.Ana Cristina esqueceu-se de tentar explicar o porquê de terem colocado o texto de uma pessoa já falecida no folheto. É preciso ter mais cuidado quando estamos à frente de uma organização como esta, por vezes só a boa-vontade não chega.
Não duvido das boas intenções das pessoas que se envolveram neste projecto, mas há que ter maior profissionalismo no que fazemos e não assentar tudo no improviso.

Anónimo disse...

O Caro anónimo, falou na Adega Regional de Colares????? Isso é TABÚ,(não o tabú dama, porque esse era o perfume dos pobres, no caso tabú adega a música é outra)fazer a exposição na Adega Regional!!! ESSA DÁ VONDADE DE RIR...Então e depois o que diriam os figurões que lá estão,"Credo o Povo Aqui, misturado nas nossas provas de vinhos chiques"`.Agora o caro anónimo diz e com razão, mas quem manda não são os associados? seria sim, mas não é. A Adega Regional de Colares deveria servir o povo de colares, mas infelizmente são uns quantos que se serva dela...
Carlos Mendes

Anónimo disse...

O dinheiro e o lucro serem, infelizmente, a mola real desta vida, levou a que a Adega Regional tivesse que alugar parte das suas instalações... As "Coisas do Vinho", tornaram-se os donos daquilo tudo, mandam onde não devem, são arrogantes, de nariz empinado, vedam o acesso à adega quando têm as festarolas dos riquinhos... e eu falo com conhecimento de causa, com experiência própria.
Parece que vou contar uma história muito antiga, das que começam sempre com "Era uma vez"... Mas é isso mesmo. Aqui há uns anos, várias pessoas montavam uma exposição,(esclareço que não havia no local andaimes, escadotes, nem material volumoso), que ía decorrer na Adega Regional de Colares, devidamente autorizada pela direcção da Adega, seus legítimos representantes. A determinada altura, o senhor, o "dono", o manda-chuva, mandou que toda a gente saísse (isto de toda a gente seriam umas 6 pessoas), para o exterior, pois ía ter uma prova de vinhos... E assim foi, os otários, que até estavam a trabalhar para a comunidade, tiveram de sair, esperar cá fora o tempo que ele quis, e depois voltar a entrar, quando ele quis... Como informação adicional, digo-vos que a nenhum de nós tinha sido diagnosticada nenhuma doença contagiosa!
Como veêm, com a Adega Regional não há nada a fazer! O mal já foi feito, em Assembleia Geral concerteza!
Relativamente à pseudo inauguração, do pseudo Museu da Vinha e do Vinho... até arrepia como é possível tamanha desorganização e ignorância, relativamente a um dos ícones da nossa região: O Vinho de Colares.
Gostava de saber se houve financiamento para aquele projecto.
Se nós todos afinal, indirectamente, finaciámos aquilo, que tão mal ilustrou o nosso Vinho e a nossa Região. Um tal Instituto das Comunidades Educativas, que por acaso tem a sua sede em Setúbal, esteve por detrás disto (agora já não sei se esteve por detrás, se à frente...).
Já para não falar, na espécie de editorial do folheto de apresentação, em que são reproduzidas as palavras de Celeste Parada, uma das impulsionadoras e mentoras do PROJECTO INICIAL, sem referir que a senhora, infelizmente, já faleceu para aí há uns três anos.
Onde quer que esteja, Celeste Parada, deve estar envergonhada da enormidade que fez quem por cá ficou.

Anónimo disse...

Senhor anónimo, tem razão quando diz que a Adega Regional pediu para fazer lá a exposição, uma verba incomportável, esse termo é lisonjeiro, diria mesmo que foi ezorbitante.
Agora resta saber se foi idéia da direcção da adega, foi pressão dos figurões como diz o senhor, e muito bem, para que o seu "Business Elitista" não tivesse interferencias do Zé Povinho.
Dá pena ver a nossa adega práticamente entregue as uns figurões que mandam e desmandam como se fossem donos absolutos de tudo.
E meu caro anónimo, se pensa que a Adega fez um negócio chorudo com a cedencia de grande parte das "nossas instalações, está redondamente enganado ele foi feito, não ao preço da "uva ramisco, mas sim ao preço da uva mijona".
Por mim esses gosmas arrogantes, que nada têm a ver com o povo de Colares já estavam no olho da rua e à muito.
Um Associado descotente e magoado.

Anónimo disse...

Boa!...

Anónimo disse...

Ora, em primeiro lugar, muito boa noite a todos!
O meu nome é José Vicente Paulo,
sou natural de Fontanelas,
viticultor,
engenheiro agrícola de profissão,
mestre em economia agrária,
doutorando de engenharia agronómica
e Presidente da Direcção da Adega Regional de Colares.
Não posso nem devo continuar a assistir a tamanhas barbaridades que são ditas acerca deste assunto, até porque, como se diz na minha terra “quem não se sente não é filho de boa gente”. Não posso também de deixar de agradecer a todos quantos estiveram, por bem, pois tenho a certeza que foram muitos, envolvidos neste trabalho.
Esclarecendo; pretendo não deixar nenhuma dúvida no ar e estarei, ao contrário de muitos daqueles que escreveram, contactável para todos, pois quem não deve não teme. Esta iniciativa, quanto a mim, foi demasiado ambiciosa, não só no tema que escolheu mas também na denominação que lhe veio a dar, pois pode questionar-se se o dito museu foi legalmente constituído e se foram criadas as condições para que ele perdure? penso sinceramente que não!...Outras iniciativas de muito maior envergadura foram, por exemplo, fruto da colaboração entre a Adega Regional de Colares e o Centro Comercial Fitares, em Rio de Mouro, há cerca de seis anos; ou entre a Adega Regional de Colares e o Clube de Património da Escola da Sarrazola etc. Essas foram iniciativas suportadas exclusivamente por “amor à camisola”. Neste caso, parece-me que muitas pessoas foram envolvidas pelo sentimento e apego ao património de que então se falava, o que me leva a considerar este tema ambicioso, pois não teve em conta a profundidade que ele ainda actualmente tem na vivência quotidiana da região. Assim, devo esclarecer também que esta iniciativa, tal como é dito no verso do respectivo folheto, é financiada por apoios Comunitários e Nacionais num projecto que se chama TEIAS e que envolve quatro Instituições, a saber: - Associação Portuguesa para Análise do Valor, Associação Olho Vivo, Câmara Municipal de Sintra e Instituto das Comunidades Educativas. O projecto tem várias vertentes, não apenas a do vinho, e a Adega Regional de Colares esteve presente nas primeiras reuniões de construção do mesmo, sempre representada por mim, tendo vindo a desistir desta candidatura por entender que o assunto não poderia vir a ser tratado com a dimensão e a dignidade que era merecedor, pois a verba a ele destinada (no conjunto das actividades projectadas) não chegaria, sequer, para elaborar o projecto museológico. Retirámo-nos com a humildade que aqueles que connosco trabalham certamente nos reconhecem. Para além disso, e ao contrário daquilo que é dito também no verso do folheto, a Adega Regional de Colares colaborou em tudo aquilo que foi solicitado pelos promotores do projecto, à excepção do empréstimo do quadro original do Dr. Brandão de Vasconcelos por nos parecer que o espaço não era seguro, como afirma um dos elementos que aqui fez comentários. De resto, a Adega Regional de Colares emprestou o que os promotores solicitaram, o Engenheiro Francisco Figueiredo, técnico da Adega, esteve presente sempre que foi solicitado pela organização, cedemos vinhos para venda no espaço com a respectiva comissão para a organização e oferecemos o técnico e os vinhos necessários para efectuar, gratuitamente, a prova prevista no programa. Penso que cumprimos, como sempre temos feito, em tudo o que foi solicitado, sem qualquer custo para a organização. Penso também que a isso se pode chamar colaboração e, por isso, merecia a Adega um lugar no verso do respectivo folheto.
Agora tentarei dar resposta a todo os comentários que não entrem na vida da Adega, pois entendo que isso só deve ser discutido nas assembleias gerais ou pessoalmente com a Direcção.
Não há, certamente, nenhum associado que seja capaz de afirmar que alguma vez lhe foi negada a consulta de qualquer documento da cooperativa que tenha sido por ele solicitado.
Ao primeiro comentário, do senhor Carlos Mendes, não posso acrescentar nada pois não tive ainda oportunidade de visitar o trabalho; porém tive contactos permanentes quer com o técnico da Adega, quer com o Presidente do Conselho Fiscal que é o senhor António Bernardino Paulo da Silva. Todavia, não me espanta o que diz; pois, se me parecesse que a organização conseguiria mais, não teria a Adega Regional de Colares deixado de entrar nessa candidatura.
Os 2º, 3º, 4º e 5º estão dentro do que acabei de referir.
A D. Ana Cristina de Oliveira cabe dentro das pessoas que, como eu referi, por bem e dando o seu melhor, muito trabalharam.
Penso que o anónimo em 6º lugar fica agora esclarecido e, quanto à verba que refere, ela é uma pura falsidade, nunca a Adega Regional de Colares levou um cêntimo a quem quer que seja que utilizou o seu espaço, a não ser empresas de filmagens. Assim, não teria sentido fazê-lo agora, ainda por cima para este tema.
Concordo inteiramente com a D. Isabel Roma.
O anónimo seguinte ao Sr. Carlos Mendes fala do que não sabe no início mas, quanto ao resto, revela desconhecer que depois do início da actividade da empresa no espaço, já foram feitas várias exposições e bem maiores que aquela em que participou. No entanto, a exposição que refere, levada a cabo pelo clube do património da escola da Sarrazola e apoiada então pela falecida Prof. Celeste Parada do ICE foi realizada com sucesso. Quanto aos “figurões” que lá estão, é um assunto interno que foi votado em assembleia geral pelos associados e devo acrescentar que se não fosse o aluguer de espaços não haveria condições para manter o património e pagar o ramisco a 2€ o quilo. Digo-lhe também que o que mais precisamos é de ajuda e os “figurões” que refere não têm feito outra coisa e nunca inviabilizaram qualquer actividade da cooperativa até hoje.
Segue-se o anónimo que diz ser associado, peço desculpa mas não acredito. Isto porque não só não discutiu os seus pontos de vista em assembleia geral ou com a Direcção, como também admite a hipótese de a Adega ter pedido uma verba para a realização da exposição, o que é de todo descabido.
Penso ter respondido a tudo, no entanto, estou sempre disponível para qualquer esclarecimento. O meu objectivo é exclusivamente contribuir para o engrandecimento da região demarcada de Colares, da região saloia, do meu concelho e do meu País. A todos agradeço pela leitura do meu comentário e peço desculpa por eventuais omissões mas não reli o documento.

Anónimo disse...

Para quem quiser saber mais aqui fica. Basta procurar por teias na internet.
http://equalrt5.wikispaces.com/Projecto+Teias

isabel roma disse...

Não querendo falar do que não sei, nem dar razão a nenhuma das partes, não podia deixar de felicitar o sr.Vicente Paulo pela sua intervenção. Pareceu-me sincero, interessado e muito atento pelo que se passa, até neste blog. É sempre bom saber que há quem não tenha medo de dar a cara pelo que acredita.

Anónimo disse...

O Senhor Vicente Paulo até pode ter razão em parte no que diz, e eu acredito.
Mas vir defender os figurões, aí estamos completamente em desacordo. O senhor sabe também como eu ou se não sabe deveria saber, ou então finge que não sabe, que a dupla de figurões “donos” da Adega, que se estão nas tintas para Colares e o Vinho, apenas o seu umbigo conta. Em Colares meu caro senhor, não precisamos de pessoas assim, precisamos sim, de pessoas humildes amantes verdadeiros desta terra. Talvez o senhor não saiba mas há quem afirme: que a Adega pulou fora do projecto Museu da Vinha e do Vinho, não porque ele não fosse viável, mas sim porque teria que ceder um espaço na própria Adega o que iria “perturbar” a elite dos figurões e os seus actos de pseudo-grandeza. Agora faço minhas as palavras de um dos visitantes, afinal a Adega é dos associados ou dos figurões. Não é mais importante termos um museu com várias actividades, onde as pessoas possam ver a aprender tudo da nossa terra, ou uns figurões sempre mal humorados fechados numa redoma prontos a escorraçar alguém que se aproxime de um património que a muitos pertence.
Sendo assim, algo está mal senhor Vicente Paulo.
Um Associado

Anónimo disse...

quero dar os parabens ao sr. vicente paulo pelo esclarecimento,mas eu como residente em colares,e tenho uma imagem da adega que é uma referencia,faz um pouco comfusão porque uma iniciativa desta não vá para um espaço na adega,porque 2º julgo saber a camara e junta contribuiram para que haja condições para eventos deste tipo e esses dinheiros são de todos nós porque não foi feito nesse espaço?
e para que serve as lojas que foram cocluidas com o nosso dinheiro?
se alguem que faça parte da adega entender esclarecer,agradeço.
obrigado

colares

Anónimo disse...

fui funcionário da adega e sei que as lojas não foram construídas com verbas da Junta nem da câmara mas sim do fundo de turísmo. É importante dizer ainda que faz já vinte anos no próximo ano que foi iniciada a sua construção e a nossa câmara ainda não concedeu as licenças de utilização pelo que estão encerradas. A adega tem um presidente que se não tivesse aparecido no momento certo já não havia vinha nem instituição na região há muito tempo!...

Anónimo disse...

Que vergonha, a CMS está há cerca de 20 anos para aprovar licenças de utilização das lojas? Será possível? Estará assim tão mal o funcionamento da nossa Câmara?
Se assim é, é uma vergonha!

Anónimo disse...

caro ex funcionario
eu tambem tenho respeito pelo sr presidente (sr.vicente paulo)
mas tanto quanto julgo saber a junta freguesia de colares,participou no valor cerca de 85000€,repito 85000€ para que as obras nas lojas fossem concluidas,soube pelas pessoas que fizeram parte do anterior executivo,e deixe que lhe diga,tenho essas pessoas como verdadeiras.
+,concordo que rentabilize o espaço,com a firma coisas do vinho,mas deviam de ter um pouco de consideração pelos nactivos saloios porque esses e seus descendentes só vão lá se forem convidados para algum evento,porque o espaço está praticamente ocupado por coisas do vinho.
colarense

Anónimo disse...

a única solução que o meu amigo tem é contactar as partes envolvidas (junta e adega)mas tenho a certeza absoluta que a junta não contribuiu com um cêntimo para o complexo.
ex-funcionário

Anónimo disse...

Há ainda a noção quanto são 85.000,00 € na moeda antiga ? Pois são 17.000 contos!!! Com tanto dinheiro a Junta arranjava umas quantas ruas, tapava uns buraquitos, pintava umas coisas, enfim fazia alguma coisa de visível e palpável com aquele dinheiro. Não o ía enterrar numa coisa que não tem visibilidade nenhuma e que é privado, tem a sua direcção, assembleia geral, conselho fiscal, como qualquer outra instituição.
E não acredite, caro anónimo, que a Junta, seja ela qual for, não gastou lá um chavo! Enganaram-no!
Já não se pode ser sério e acreditar nas pessoas...

Anónimo disse...

não sei quem é o sr. ex, mas se pretender ser esclarecido sobre se a junta contribui com um centimo ou não,fale com as pessoas do anterior executivo e pergunte,penso que essas é que são as pessoas certas para o esclarecer,e depois a titulo de curiosidade diga-nos como foi.
fico há aguardar.

ramisquinho